Rogério Costa. Instrumento: saxofones. Professor, compositor, performer e pesquisador, Rogério Costa trabalha como professor livre docente no Departamento de Música da Universidade de São Paulo (USP). Como improvisador fundou e integrou juntamente com Silvio Ferraz e Edson Ezequiel, durante o período de sua pesquisa de doutorado, o grupo Akronon de improvisação livre. Fundou e integrou durante os anos 1990, o grupo de jazz brasileiro Aquilo Del Nisso com quem gravou 5 CDs. Possui vasta produção bibliográfica sobre improvisação publicada em revistas, anais de congresso e livros. Atualmente é um dos pesquisadores principais do Nusom (Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP) onde desenvolve projeto de pesquisa sobre a improvisação e suas conexões com outras áreas de estudo tais como composição, educação, tecnologia, etnomusicologia, filosofia e ciências cognitivas. O projeto artístico atual mais importante relacionado a esta pesquisa é a Orquestra Errante.  Em 2016 Rogério publicou pela editora Perspectiva o livro intitulado Música Errante: o jogo da improvisação livre. Site: https://www.rogeriocosta.mus.br/

Paola Picherzky. Instrumento: violão 7 cordas. Mestre em música pela UNESP com o trabalho “Armando Neves –  Choro no violão paulista”. Trabalho este que teve como fruto a gravação de dois Cd solo “18 Choros – Armando Neves” lançado em 2008 e “Armando Neves, outras composições” (2015). Sempre atuante na área pedagógica, é professora nas Faculdades Santa Marcelina, FMU/FIAM/FAAM, Fundação das artes de São Caetano do Sul e Lar das Crianças da Cip. Idealizou e implantou o projeto “Ensino coletivo de violão” o qual culminou na criação da primeira Orquestra de Violões da FASCS da qual é regente e diretora artística. Entre 2007 e 2010 integrou o quarteto de violões QGQ com o qual gravou o Cd “Jequibau”. Integrante do grupo Choronas desde 1995, gravou cinco cds: Atrente (2000), Choronas ConVida (2004), O Brasil toca choro(2008), J.A Callado (2009), Choronas Sampa (2018), o grupo lançou o sexto cd ” Choronas25+” em 2020, em comemoração aos 25 de carreira do grupo. É doutoranda no PPGMUS da USP e integrante da Orquestra Errante desde 2018. Site: choronas.wixsite.com/choronas25 e choronas.wixsite.com/sampa

Migue Antar. Instrumento: contrabaixo. Músico e pesquisador. Formou-se em música no Ateneo Paraguayo. Integra os grupos Ôctôctô, Joaju, DuoCoz, Ñembo Cuarteto, Camerata Profana, Filarmônica de Pasárgada e KairosPania Cia. Cênico Sonora. É membro da Orquestra Errante, coletivo experimental que se dedica à prática da improvisação contemporânea e faz parte do projeto NuSom – Núcleo de Pesquisa em Sonologia, da ECA-USP. Desenvolve pesquisas artísticas na relação entre composição e improvisação musical contemporâneas. Como instrumentista tem participado de diversos festivais em países como Alemanha, Argentina, Bolívia, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Luxemburgo, Paraguay, Portugal e Uruguay.

Yonara Dantas. Instrumento: voz. Pesquisadora com formação interdisciplinar, está atualmente desenvolvendo o pós-doutorado na ECA/USP. É graduada, mestre e doutora em Psicologia, onde desenvolveu pesquisas sobre estética, indivíduo e sociedade a partir da Teoria Crítica da Sociedade. É atriz formada pelo Teatro Escola Célia Helena. Dentre seus trabalhos artísticos, destacam-se a direção de performances na Kairospania Cia Cênico-Sonora (Transposições, 2016; Suíte [en]quadrada, 2017; Des a a vel, 2017; A Síria não é aqui, 2017 e Delfina, 2018), atuação na peça “O Dragão Dourado” e atuação e direção da peça “Barbazul”, ambas da Trupe à Grega (antes denominado Coletivo Quartocê). Atua, dirige e produz espetáculos de teatro e de música na cidade de São Paulo. É professora na Escola Superior de Artes Célia Helena, onde também já atuou como coordenadora de cursos de pós-graduação em artes. Participa dos Laboratório de Livre Improvisação Orquestra Errante e do Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP – NuSom.

Fabio Manzione. Instrumento: Bateria, percussão, objetos sonoros. Fabio Manzione é músico, pesquisador e educador. Doutorando em Música pela USP, Mestre em Estudos de Jazz pela Universidade de Aveiro (Portugal), graduado em Música e Educação Artística pela Faculdade Santa Marcelina e especializado em Percussão pela EMESP. Atualmente trabalha como músico acompanhador e integra grupos que pesquisam a livre improvisação musical, tais como: Orquestra Errante, Trio Mamomã, Ñembo e Duo Cóz. Como compositor concebeu as trilhas para o trio cênico multilinguagens Miséria Prima, Rara Palavra do IMO Coletivo, para a performance Um poema cênico para Ferreira Goulart e para o espetáculo infantil Bichos e outros seres da Claraboia Cia de Histórias, além de ter realizado a direção musical da peça HYBRIS da Enfim (+1) Cia de Teatro. É também escritor e performer, tendo publicado o livro (sem título) e criado as performances História de uma linha só (2017) e Limit-ações (2019), ambas apresentadas em espaços públicos da capital paulista. Site: Soundcloud DuoCoz

Mariana Carvalho. Instrumento: piano. Mariana Carvalho é pianista, improvisadora, performer e artista sonora, interessada na escuta do corpo e das relações, improvisação livre, instalações sonoras, eutonia, gênero, vídeo, dança, voz. É parte da rede Sonora – músicas e feminismos, do NuSom – Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP e da Orquestra Errante, grupo de improvisação livre. Fez bacharelado em piano na USP. Integrou os grupos Camerata Profana (2013-16) e Coro Profana (2014-17). Foi artista residente em Q-O2 (Be), AADK Spain (Esp) e residente de formação no XII Festival Tsonami (Chi) e no Escape Arte Lab (Ro). Teve seu trabalho exposto na exposição Sons de Silício (EDA-USP e Centro Universitário Maria Antonia) e no Festival Sur Aural (Bol). Apresentou-se em diversos lugares e festivais, como o SESC Jazz, GIO Fest (UK), CS Fest (Pt), Festival Tsonami (Chi), Seminários do FLADEM (Arg, Br, Mex), entre outros no Brasil, América Latina e Europa. Site: www.marianacarvalho.me

Guilherme Beraldo. Instrumento: violão. Guilherme Beraldo é violonista, cantor, compositor e professor de música. Estudou Violão Popular na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, e é graduando em Licenciatura em Música na USP. Participa, além da Orquestra Errante, do Lab Errante, projeto de prática e pesquisa que tem como foco a livre improvisação.


Denis Abranches. Instrumento: luteria experimental e guitarra. Denis Abranches é bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), habilitado em Português e Linguística, com licenciatura em Língua Portuguesa. É professor efetivo de Língua Portuguesa na rede pública da Prefeitura Municipal de São Paulo. Participa da Orquestra Errante desde 2015. Participa também, eventualmente, da SPIO Orquestra, grupo também voltado à livre improvisação. Participou como músico compositor da Cia. Vidança-SP, do dançarino Marcos Abranches, nos espetáculos “Corpo sobre Tela”, “O grito”, e “Avessos”, em 2015. Tem interesse em semiótica greimasiana e análise do discurso de tradição francesa. Site: https://dedemain.wixsite.com/denis-abranches

Fábio Martinele Neto. Instrumento: trombone, didgeridoo e instrumentos eletrônicos. Possui graduação em Música – bacharelado em instrumento (trombone) – pela Universidade de São Paulo (2009). É formado no curso técnico em sonoplastia pela SP Escola de Teatro. Possui trabalhos na área de música experimental tendo como tema de investigação a improvisação e a tecnologia como recurso criativo. Desenvolveu projeto de pesquisa a respeito da criação coletiva pela ótica dos Viewpoints e suas conexões com a livre improvisação e com a interação a partir de recursos eletrônicos. Faz parte da equipe de pesquisadores do NuSom (Núcleo de Pesquisas em Sonologia). É membro do Grupo de Práticas Interativas (GPI-NUSOM) onde desenvolve projetos na área de artes e tecnologia. Atualmente é integrante do grupo de musica experimental – Orquestra Errante – sediada no Departamento de Música da ECA/USP, com orientação do professor Dr. Rogério Luiz Moraes Costa. Desenvolve uma pesquisa de doutorado em torno das relações entre música e espaço. Site: Youtube.

Francisco Lauridsen (Chico ou Jalala). Instrumento: voz, alguns objetos-sujeitos, silêncios, eventualmente piano. Performer de som, artista e terapeuta multidisciplinar, com ênfase nas aprendizagens, dramaturgias, conexões e individuações imprevistas entre corpo, som e desenho. Coordena os ‘núcleos de corpossom’ e desde março de 2019 integra os coletivos Orquestra Errante e a rede Sonora – músicas e feminismos. Tem dançado, meditado com ou sem Hatha Yoga, praticado Taiji Quan (Taichi Chuan) e tem atendido com Tarô e Astrologia da Escuta. É bacharel em música com Habilitação em Instrumento pela ECA/USP (2006). Desde 2004 atua como sonoplasta. Mestrou-se (2009-11) em Artes Cênicas (pedagogia do teatro – formação do artista teatral), orientado por Antônio Januzelli na pesquisa ‘preparação do corpossom: atuação e voz concreta’. Doutorou-se na ECA/USP (Sonologia) com a pesquisa ‘esboçamentos de corpossom: a escrita do corpo na víscera do som’ (2015-2019), orientado por Silvio Ferraz. Hoje também se aproxima do LAPOD (Laboratório Pós Disciplinar de Estudos), sediado no IEB / USP. Site: Facebook corpossom.

Marina Mapurunga. Instrumento: violino elétrico, viola e voz. Artista e pesquisadora que atua no campo do audiovisual (direção de som, som direto, edição de som, composição musical/sonora), da arte sonora e da música. Doutoranda em Música pela USP e pesquisadora do NuSom. Membra da rede Sonora – Músicas e Feminismos e integrante da Orquestra Errante desde 2018. Professora de som dos cursos de graduação de Cinema e Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Coordenadora e integrante do Laboratório de Pesquisa, Prática e Experimentação Sonora – SONatório, projeto de extensão da UFRB, e da OLapSo (Orquestra de Laptops SONatório). Foi violinista da Orquestra de Cordas do SESI/UFC (2000-2006) e cantora e violinista do grupo musical cearense Desidéria. Graduada em Letras (UECE), especialista em Audiovisual em Meios Eletrônicos (UFC) e mestra em Comunicação (UFF). Site: www.mapu.art.br

Stênio Biazon. Instrumento: voz. Estuda a improvisação musical livre discutindo-a como prática anarquizante. Dedica-se à educação musical. Trabalhou como prof. na Teca Oficina de Música, tendo participado dos CDs “Ondas” (2015) e “Passarinhada e outros voos” (2018). Colaborou com Teca Alencar de Brito no livro “Um jogo chamado música” (Peirópolis, 2019). Colaborou na revisão da pesquisa da área de música para o livro “Por toda parte” (FTD, 2019), de Carlos Kater. Estudou formalmente na EMM, EMESP e USP: violão, guitarra, educação musical e sonologia (sob orientação do prof. Rogério Costa). Dedicou um capítulo de sua dissertação de mestrado inteiramente à OE. Site: Academia.edu e Instagram.

Nanati Francischini. Instrumento: guitarra elétrica, objetos e pedais de efeito. Guitarrista, improvisadora, performer e artista plástica. Vem pesquisando a guitarra elétrica para além da ideia de instrumento musical, tomando-a como um outro corpo ou objeto, cujas possibilidades sonoras são versáteis e quase infinitas. Interessa-se pela subversão da relação corpóreo-instrumental, pelo risco radical da performance coletiva e pelo esgotamento dos materiais sonoros durante o improviso. Como artista solo também atua como Teratosphonia, projeto de experimentação sonora que flerta com drone, metal extremo, noise e performance. É bastante ativa na cena underground de música experimental, colaborando com diversos espaços e artistas, apresentando-se ou organizando séries de apresentações. É integrante da Orquestra Errante e do Perverto (projeto de fake black metal com Gabriela Nobre). Já se apresentou em festivais, como o festival de improvisação livre CHIII (2019) e o festival SESC Jazz (2019), integrando o lendário Women’s Improvising Group. Atualmente vem trabalhando no primeiro álbum do Teratosphonia (pela Seminal Records) e do Perverto, e em breve lançará álbuns em parceria com Rômulo Alexis (selo Estranhas Ocupações) e Yuri Bruscky (selo Estranhas Ocupações). Também integra o Nusom, junto ao qual vem desenvolvendo uma pesquisa de mestrado. Site: Bandcamp, Instagram e Facebook.

Inés Terra. Instrumento: voz. Inés Terra é cantora, improvisadora e compositora, e idealizadora da série de performance vocal Língua Fora, em parceria com a Editora Leviatã. Formada em Música Popular pela Unicamp e mestre em Processos de Criação Musical na USP. Seus trabalhos artísticos transitam entre a dança, a música e a instalação sonora, com foco na improvisação e na exploração vocal como principal estratégia nos processos de criação. Criou o projeto Corvo (2016) junto a artista Marina Matheus no CRDSP, a instalação de composições vocais Voracidades (2017) como residente do SESC Itaquera, a performance Una Mirada desde la alcantarilla, estreada no CRDSP (2018) e apresentada na UFSB e no evento Movement Research at the Judson Church em Nova York (2019); trabalhou como artista orientadora do Programa Vocacional da Secretaria de Cultura de São Paulo durante três anos; faz parte do duo TEIA com a artista Julia Teles (theremin), com quem prepara um álbum que será lançado em 2020 pelo selo virtual RZK records, e colabora com outros projetos e artistas. Site: http://cargocollective.com/inesterra e Instagram.

Max Schenkman. Instrumento: voz e luteria experimental . Músico Educador, com 12 anos de experiência em diversos contextos de colaboração artística: escolas, hospitais, teatro, SESCs, rua, parques, formação de professores, situações de vulnerabilidade… É formado em Licenciatura em Música pela ECA-USP desde 2016. Ativo investigador sonoro, cantor, multi-instrumentista e lutier experimental em busca do conhecimento não-especializado. Trabalha com Criação de Instalações sonoras, experiências de improvisações catárticas e Oficinas de Voz e Música pelo mundo. Já ministrou oficinas por diferentes cidades do Brasil, Argentina, Uruguai, Peru, Colombia, Guatemala, El Savador, México, Estados Unidos. Residente do Laboratório de Música Criativa no Butantã, São Paulo – Brasil. Site: https://barulhomax.wixsite.com/barulhomax

Pedro Sollero. Instrumento: guitarra. Bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas, SP (UNICAMP). Mestre em Processos de Criação Musical pela Universidade de São Paulo (PPGMUS-USP) onde também realiza pesquisa de doutorado sobre improvisação musical livre. É integrante da Orquestra Errante desde 2016 (remotamente desde 2019), e do quarteto de improvisação livre Ñembo desde 2018. Interessa-se principalmente por improvisação livre como prática de (inter)subjetivação. Sua pesquisa possui uma forte dimensão pedagógica e observa conexões desta música com múltiplas materialidades e áreas de conhecimento. É formado em Princípios de Áudio e Acústica pelo Instituto de Áudio de Vídeo (IAV, SP). Sua pesquisa criativa envolve a exploração de novas possibilidades sonoras da guitarra elétrica, e o uso de tecnologias diversas na ampliação deste instrumento. Trabalha com criação e pós-produção de trilha sonora para vídeo, animação e teatro. Site: Instagram e Soundcloud.

Pessoas que já participaram da Orquestra Errante:

Arthur Campos, Rodrigo Baez, Cesar Villavicencio, Fábio Sardo, Alexandre Zamith, Felipe Fraga, Zé Leonidas, Romulo Alexis, Tayná Oliveira, Thiago Kondo, Antonio Goulart, Mariana Marinelli, Ariane Stolfi, Hildeberto Chagas, Manu Falleiros, Jonathan Andrade, Renato Sampaio, Fábio Carrilho, Guilherme Pereira, Miguel Ruiz, André Ribeiro, Cássio Moreira, Abdullah Ismailogullari, Antonia Sophia.